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fevereiro 19, 2008

Tchau, Fidel

Ele acaba de renunciar à presidência de Cuba.

Já vai tarde, véio.

(sim, quem toca as coisas agora é o irmão Raúl, tão comunista quanto, mas enfim… ver ditador indo embora é sempre bom, e de qualquer forma sempre sobra uma esperança de que um dia talvez as coisas realmente mudem para melhor naquela pobre ilha)

Escrito por Marcelus G. Zalotti | 07:21 AM | Comentários (0)

fevereiro 18, 2008

Tchau, Sérvia

A independência de Kosovo hoje foi o prego que faltava no caixão da Iugoslávia, país trágico criado no século 20 que nunca conseguiu ser uma democracia de verdade nem fazer a maior parte de seus habitantes livres ou felizes.

Escrito por Marcelus G. Zalotti | 12:44 AM | Comentários (0)

Por que eu fiquei tanto tempo sem escrever no blog

Sei lá, uma série de fatores que rolaram por aqui. Uma hora que eu tiver mais paciência para escrever eu explico.

Escrito por Marcelus G. Zalotti | 12:39 AM | Comentários (0)

Sobre Tropa de Elite

(vejam bem: não sou cinéfilo, nem tenho a pretensão de ser algo minimamente parecido nem mesmo com um crítico de cinema amador — o que vai aí é uma mera impressão pessoal)

Foi interessante notar que Tropa de Elite foi um dos filmes brasileiros mais odiados pela “inteligentsia cinematográfica” local. Toda hora que alguém falava sobre o filme, citavam-se tendências fascistas, supostas apologias à violência, o diabo à quatro.

Pois eu digo: o grande trunfo do Tropa de Elite esteve justamente naquilo que o pessoal “cult” olhou com cara de nojo: ele não reza nem pela cartilha estética e nem pela cartilha ideológica da maioria da classe intelectual atual, que há décadas (desde o cinema-novo, acho) sempre pendeu para o “brasilianismo”, para a escola européia de diretores, para o esquerdismo, para o politicamente correto e, por que não, até mesmo para o anti-americanismo estético e político.

Pois bem. Tropa de Elite é tão “não-brasileiro” e “americano” em sua proposta quanto pode ser, e é por isso que cativou as pessoas. Nunca na minha vida até hoje tinha visto com tanta frequência camelôs vendendo na rua um filme brasileiro que não fosse pornográfico.

Quantidade é sinônimo de qualidade? Nem sempre. Mas o fato é que sempre houve uma dicotomia, que nnca se assumiu, entre o que os diretores brasileiros acham que é bom cinema e o que o público acha que é bom cinema. E aí, bem, aí a gente vê o que acontece hoje em dia: cineastas usando direta ou indiretamente dinheiro estatal para fazer filmes que os enchem de orgulho, mas que ninguém quer ver.

E não adianta querer criar reservas de mercado, quotas de tela, o escambau: se o cinema brasileiro uqer evoluir, ele tem que parar, nem que seja um poquinho, de olhar para o Cahiers du Cinema e o Ministério da Cultura e olhar para os cinemas, para as pessoas comuns, para o público. E fazer uma linguagem cinematográfica nova, sem rodeios, sem pregações obrigatórias socialistas, que vai direto ao assunto.

E é justamente nisso que eu achei Tropa de Elite revolucionário. Se o cinema nacional começasse a ter mais filmes assim, com certeza o panorama cultural das telas por aqui mudaria… e os filmes seriam comentados além das rodinhas de café de centros culturais e colunas obscuras nos cadernos de cultura.

Mas anyway, o ursinho dourado em si já é um grande reconhecimento.

PS: Queria deixar claro uma coisa: a defesa que fiz aqui é do filme, e não do personagem Capitão Nascimento. O filme não é uma representação da luta do bem contra o mal, e sim uma representação de uma guerra suja no meio do desespero de uma sociedade cuja estrutura está necrosada.

Escrito por Marcelus G. Zalotti | 12:19 AM | Comentários (0)

fevereiro 17, 2008

Pega um, pega geral…

…pega até Urso de Ouro.

Escrito por Marcelus G. Zalotti | 04:54 AM | Comentários (0)

fevereiro 11, 2008

Feliz Ano Novo.

Escrito por Marcelus G. Zalotti | 11:24 PM | Comentários (0)